Queremos entender você, seus desejos, seus sonhos e seus objetivos.

Responda nossa pesquisa e receba esse Manual 7 erros da apólice do Corretor de Seguros.

Com esse manual será possível identificar se na sua apólice de RC estão presentes um dos 7 erros que podem comprometer a sua proteção e operação.


Não se preocupe! Não é necessário deixar nenhum dado pessoal.


Advogado pode ser processado 10 anos após falha profissional

Uma dúvida frequente dos corretores que trabalham com o seguro de responsabilidade civil profissional escritório de advocacia (e até dos próprios advogados) é o prazo prescricional para o cliente reclamar de uma falha contra esses profissionais.

Muitos imaginam que esse prazo é 5 anos conforme estabele o Código de Defesa do Consumidor para reclamações decorrentes da relação de consumo. No entanto, os tribunais têm inúmeros julgados que a relação cliente/advogado é uma relação contrataual e não uma relação de consumo. Portanto, não se aplica a prescrição de 5 anos.

Há quem suponha que o prazo é 3 anos, com base na prazo prescricional para ajuizar ação de danos previsto no Código Civil. Também não é o caso.

Segundo a jurisprudência, por configurar relação contratual deve ser aplicada a regra geral prescricional do Código Civil, isto é, 10 anos. Como exemplo, deixo abaixo uma decisão judicial com a fundamentação do prazo prescricional para reclamar dos advogados.

Esse é uma fator de risco importante, que comprova a importância do advogado ter uma apólice de responsabilidade civil profissional e jamais deixar de renova-lá.

O que é a cobertura A, B e C no D&O?

O que seriam as famosas coberturas “A”, “B” e “C” no seguro D&O? Todas as seguradoras cobrem? O que difere cada uma delas?

A cobertura “A” e “B” são básicas, isto é, todas as seguradoras amparam. Ambas protegem os gestores e o que as difere é quem será reembolsado.

Quando o próprio administrador pede o reembolso para a seguradora, a fim de custear sua defesa por exemplo, temos uma situação de cobertura “A”.

Já a cobertura “B” ocorre quando a empresa realiza o pagamento em nome do administrador (paga os honorários do advogado para que ele seja defendido em uma ação coberta na apólice) e pede o reembolso para a seguradora.

Observe que na cobertura “B” a cobertura continua sendo para o gestor, mas nessa situação não é o administrador quem pede o reembolso, pois a empresa fez essa antecipação para que ele não tivesse esse incoveniente.

A cobertura “C” é uma exceção e poucas empresas têm a possibilidade de contratá-la para si e para seus administradores no seguro D&O. Isso porque a cobertura “C” ampara somente reclamações no âmbito de mercado de capitais. Ou seja, a empresa precisa ser registrada na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para que ela e seus gestores sejam destinatários dessa cobertura.

Essa é a única situação em que a empresa também pode utilizar a apólice na condição de segurada.

Para saber mais sobre a diferenças entre as coberturas A, B e C assista a esse vídeo:

Curso completo para vender seguro D&O

Quer saber os argumentos certos para vender o seguro D&O e aumentar seus resultados? No Venda Seguro há várias aulas dedicadas ao tema: como quebrar as principais objeções, quais são os riscos dos gestores e porque o seguro D&O é fundamental para proteção do patrimônio pessoal deles.

Além disso, aprenderá quais coberturas contratar, como escolher a melhor seguradora e como orientar o segurado em caso de expectativa e sinistro.

Troca de paciente no transplante: o seguro RCP cobre?

No último domingo o Fantástico mostrou a história de dois homens com nomes parecidos que foram trocados na realização do transplante. Um deles estava na fila aguardando um rim. O outro também fazia hemodiálise no entanto não estava na fila de transplante.

O homem que foi chamado para a cirurgia equivocadamente, morreu no dia seguinte em virtude de uma hemorragia. A troca de pacientes foi constadada e o caso foi reportado a polícia.

Na conclusão do Inquérito Policial foram indiciados por homicídio culposo as assistentes sociais Maria da Conceição Loroza e Vanda Regina Braga Briggs e as médicas Lívia Maria Silva Assis e Deise Rosa de Boni Monteiro Carvalho. Deise não participou da cirurgia, mas segundo a matéria ela é a responsável pelo setor.

Diante dessa situação, é comum aparecerem dúvidas sobre o seguro de Responsabilidade Civil Profissional:

*As assistentes sociais estariam cobertas na apólice do hospital? Elas poderiam contratar uma apólice Pessoa Física?

*As médicas poderiam usar a apólice para se defender da acusação de homicídio?

*A médica responsável pelo setor estaria ampara por um RC Profissional ou um D&O?

*E o hospital, se sofrer uma ação de indenização, estaria coberto em um seguro RC Profissional?

Vou explicar tudo isso na próxima aula de terça-feira, ao vivo, e de graça!

É só clicar nesse link e ativar o lembrete para participar.

Trocou de seguradora na renovação? Seu sinistro pode ser negado

Ao renovar o seguro é muito comum o corretor “cotar mercado”, isto é, ver com outras seguradoras se o cliente dele poderia ter melhores condições de prêmio, franquia ou coberturas. E ao se deparar com uma proposta melhor, ele não pensa duas vezes: renova o seguro em outra companhia.

Nas apólices a base de ocorrência (auto, empresa, residência, etc) essa prática não implica prejuízos para o segurado. No entanto, nas apólices a base de reclamação essa questão não é tão simples.

O erro mais comum nessa troca é não observar a data de retroatividade da apólice do segurado. Se ele tem apólice desde 2014 e você renova com outra seguradora em 2018, cuja retroatividade será 2018, após o fim do prazo complementar da outra apólice ele ficará sem cobertura para todos os fatos ocorridos entre 2014 e 2018!

Imagine explicar para o segurado que ele renova a apólice há 7anos, mas não tem cobertura para o erro ocorrido com o paciente em 2017 cuja ação só chegou agora em 2021.

Por isso, ao mudar de seguradora sempre observe se a data de retroatividade está sendo mantida. Caso não seja possível manter a retroatividade, não troque de seguradora sem a concordância do segurado. Ele precisa estar ciente dessa situação e tomar a decisão que ele acha mais adequada para o próprio risco.

Para não cometer erros na consultoria dos seguros de responsabilidade e vender mais apólices, faça parte agora do Venda Seguro.

Essa série vai te deixar rico

Tenho uma excelente notícia para você!

Todas as aulas da Semana do RC Médico estão liberadas para você maratonar!
São mais de 5 horas de Curso Gratuito te ensinando o passo a passo para vender seguro RC Profissional para Médico e ainda te dando toda a estrategia e por quais especialidades começar.

Atenção: As aulas ficarão disponíveis somente até domigo 09/05, então se programe para assistir o quanto antes.
Como diz nosso grande filósofo Zeca Pagodinho: Camarão que dorme a onde leva

Faça como o Deusmar que já vendeu sua primeira apólice colocando em prática o que aprendeu nas aulas.

Segue abaixo o link para você assistir o Curso Completo da Semana do RC Médico

Clique aqui para assistir agora

10 coisas que não te contam sobre o RC Profissional Advogado

Esse post é especialmente destinado a você que trabalha ou pretende trabalhar com o seguro de Responsabilidade Civil Profissional Advogados e Escritórios de Advocacia.

Depois de presenciar vários sinistros negados, preparei uma aula para explicar 10 pontos importantíssimos que ninguém te conta sobre esse seguro:

  1. Perda de uma chance: esse é um dos principais riscos dos advogados e por incrível que pareça algumas seguradoras excluem
  2. Dano moral: algumas seguradoras estipulam alguns requisitos para o segurado ter direito a cobertura de dano moral. Isso pode ser uma surpresa bem desagradável na hora do sinistro
  3. Sócios: os casos mais complexos são acompanhados e trabalhados pelos sócios do escritório, e aqui mais uma pegadinha: algumas seguradoras não incluem os sócios como segurados na apólice do escritório
  4. Estagiários: você sabia que as falhas de estagiários não estão cobertas na apólice do escritório? São raros os produtos que cobrem esse tipo de erro
  5. Advogado correspondente: muitos escritórios contratam advogados em outros estados para realizarem tarefas pontuais. As falhas deles estariam cobertas na apólice? Eles são segurados no seguro do escritório?
  6. Advogados associados: nos escritórios não é comum os advogados serem empregados. Eles são associados ou sócios. E nem todos os produtos utilizam a linguagem correta o que pode causar uma negativa de cobertura no momento do sinistro
  7. Processos pendentes: quando o segurado contrata a primeira apólice ele já estava trabalhando em vários processos de clientes. Se houver algum erro nesses processos haverá cobertura na apólice?
  8. Fatos conhecidos: o que caracteriza um fato conhecido na falha profissional de advogado? Como funciona a regulação de sinistro? Tudo que você precisa saber para utilizar a apólice do jeito correto
  9. Custos de defesa: se o próprio segurado se defender em uma reclamação, ele terá reembolso dos seus honorários pela seguradora?
  10. Exclusões: é necessário ficar atento às atividades do advogado porque algumas delas podem ser riscos excluídos em alguns produtos. Isso será fundamental na decisão de qual seguradora contratar para proteger seu cliente



Clique aqui para contratar o Venda Seguro e acessar imediatamente essa e outras 200 aulas sobre os seguros de responsabilidade

Quem pode ser responsabilizado pelo acidente com a piscina?

Nesse final de semana muitas pessoas viram o inacreditável vídeo em que uma piscina simplesmente “desaparece” nas filmagens da câmera de segurança de um prédio e em um segundo vídeo é possível ver toda estrutura desmoronando sobre o estacionamento no subsolo do condomínio.

Esse evento não é algo comum, esperado e que pode acontecer a qualquer momento nos condomínios que possuem piscina. Por isso a pergunta: por que a piscina desmoronou e quem seria o responsável por esse acidente? A responsabilidade é do condomínio? Seria da construtora já que a obra foi entregue em 2018? Ou ainda seria possível responsabilizar engenheiros e arquitetos envolvidos no projeto e construção do empreedimento?

Assista ao vídeo abaixo e veja quem pode ser responsabilizado e quais seriam os seguros adequados para mitigar esse risco.

Top 5 motivos de negativas de sinistro D&O

A expectativa de todos os segurados ao contratar uma apólice de seguros é receber a indenização no momento do sinistro. Mas nem sempre esse é o resultado no caso prático.

É importante entender o motivo da negativa e se ela poderia ter sido evitada.

Basicamente um sinistro é negado por dois motivos: porque o evento reclamado não é uma situação coberta na apólice ou porque o segurado não cumpriu com alguma regra do contrato (da apólice).

E a maioria delas poderia ser evitada. Seja explicando melhor e alinhando a expectativa de cobertura ao risco que está sendo segurado com aquela apólice, seja orientando devidamente o segurado sobre as regras que ele deve obedecer para ter seu sinistro indenizado.

No seguro D&O acontence exatamente a mesma coisa. Por isso, falarei sobre os 5 motivos que mais geram negativas de sinistros:

1 – Evento ocorrido fora da continuidade / retroatividade da apólice

2 – Sinistro avisado fora do prazo

3 – Reclamações de sócios

4 – Corrupção

5 – Expectativas que não foram registradas

Para entender melhor o que é cada uma dessas causas e como evitá-las, clique aqui para fazer parte agora do Venda Seguro e ter acesso a essa e outras 100 aulas de D&O