7 lições de D&O e RC Profissional

Há inúmeras dúvidas na contratação, na gestão e nos sinistros dos seguros Responsabilidade Civil Administradores – D&O e de Responsabilidade Civil Profissional – RCP.

A razão dessas dificuldades está relacionada as regras da apólice a base de reclamação, a qualificação técnica daqueles que contratam o seguro (executivos e profissionais graduados) e os incontáveis termos jurídicos típicos nos sinistros desses produtos, já que a maioria deles se tratam de ações judiciais e medidas cautelares.

Pensando nisso vamos apresentar na próxima semana do dia 27 a 30 de abril o desafio Seja expert no seguro D&O e RCP: 7 lições essenciais para a contratação, gestão e sinistros desses seguros

  1. Por que a retroatividade deve ser a principal preocupação na renovação
  2. Como é feita a análise financeira no D&O
  3. Data de continuidade e os impactos negativos no D&O
  4. Será que Médicos e Engenheiros estão protegidos em uma ação criminal?
  5. Segurado acusado de homofobia pode usar as despesas de publicidade?
  6. Decisão de processo administrativo faz o segurado perder a cobertura?
  7. Âmbito mundial: como funciona a cobertura e o pagamento de sinistro.
https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js new RDStationForms(‘inscricao-desafio-seja-expert-em-d-o-e-rcp-bf5a7fb6d5fbcc17791f’, ‘UA-147056114-1’).createForm();

RCP – Falha de laboratório causa equívoco no registro de sexo de criança

Um laboratório foi condenado a indenizar em R$60 mil os pais de uma criança que sofreu constrangimento por dois anos em virtude de um erro de digitação no resultado de exame.

A criança nasceu prematura com caraterísticas físicas que impossibilitavam a definição do seu sexo, motivo pelo qual foi necessário realizar um exame específico.

O laboratório do hospital coletou o material e encaminhou para outro laboratório. Esse entregou o resultado correto, no entanto, o funcionário do laboratório que encaminhou o material digitou equivocadamente XX no resultado do exame, quando o correto seria XY.

Devido a esse erro, a criança foi registrada com nome feminino e até quase dois anos foi tratada como tal. A criança continuou em tratamento e o médico desconfiou do resultado, solicitando novo exame e constatando o erro.

Os pais ingressaram com ação para alterar o registro civil e processou o laboratório pelos danos morais causados pelo constrangimento. O Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a sentença que condenou a instituição a indeniza-los em R$60 mil.

Esse é mais um exemplo da importância da contratação do seguro de Responsabilidade Civil Profissional, pois o erro de digitação de uma letra, causou danos a terceiros e prejuízo ao laboratório, prejuízo que estaria amparado em uma apólice de RCP.