Curso D&O – Seg News

No dia 16/01, próxima semana apresentarei um curso de D&O pela agência Seg News.

O curso abordará as legislações que atribuem responsabilidade aos administradores, casos práticos e argumentos de vendas. O objetivo é demonstrar por meio de situações reais que todas as empresas, independentemente do porte, possuem risco e devem ter uma apólice D&O para proteção de seus gestores.

Também trarei argumentos para convencimento de sócios e acionistas, que não são segurados pela apólice, mas também terão mais garantias com a contratação do seguro.

Inscrições no site: www.agenciasegnews.com.br

POSI – IPOs devem voltar em 2015

Hoje a Folha de São Paulo publicou que ofertas públicas de ações devem ocorrer no próximo ano, segundo avaliação de analistas.

Vamos torcer que a nova equipe econômica tenha êxito nas suas medidas e consequentemente os IPOs (oferta pública inicial de ações) sejam lançados em 2015.

Esta matéria é uma boa oportunidade para falar do seguro de POSI, o qual tem o objetivo de proteger a empresa emissora, seus executivos, acionistas vendedores e acionistas controladores de reclamações relacionadas à oferta.

A apólice cobre questionamentos judiciais decorrentes dos prospectos (preliminar e definitivo), contrato de distribuição, material publicitário da oferta entre outras coberturas.

O IPO envolve um processo complexo, com uma série de exigências, deveres e obrigações dos envolvidos. As informações divulgadas em todos os documentos da oferta têm de ser claras e verdadeiras. Cada etapa expõe especialmente os executivos e a empresa emissora a uma série de riscos. Por isso é fundamental a contratação da apólice ainda nas primeiras fases da oferta.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/12/1568017-lancamentos-de-acoes-devem-voltar-no-ano-que-vem.shtml

Apresentação

Apresentação

Olá!

Resolvi criar este blog para compartilhar com vocês matérias que são publicadas na impressa que possuem relação com os seguros de linhas financeiras.

Nosso mercado tem crescido bastante ano a ano, mas ainda há um longo caminho a percorrer quando nos comparamos com os mercados americano e europeu. Há vários motivos que nos mantém distantes destes mercados e que nos impede de ter um desenvolvimento securitário mais rápido.

Talvez um deles, seja a dificuldade que os potenciais segurados têm em relacionar a proteção das apólices oferecida pelas Seguradoras ao risco de suas atividades empresariais. Muitos não contratam porque não visualizam o risco, ou pensam que a possibilidade de ocorrência é extremamente remota.

Se prestarmos atenção, frequentemente é noticiado um evento que possivelmente estaria coberto por um dos produtos de linhas financeiras. Há também matérias que apontam situações de risco, as quais poderiam ser mitigadas com uma apólice.

Meu objetivo é justamente este! Fazer a associação entre o risco e o produto, entre o “sinistro” e a cobertura, para facilitar o entendimento e a conscientização da importância de transferir o maior número de riscos da empresa para o mercado segurador.