Como vender seguro de responsabilidade

D&O – Presidente do Hopi Hari é absolvido

Em fevereiro de 2012, uma adolescente faleceu ao sofrer uma queda de uma atração do parque Hopi Hari.

Na época vários administradores foram indiciados pelo crime de homicídio culposo e na sequência foram processados criminalmente pela prática de referido crime. E qual seria a relação desse evento com o seguro D&O?

O seguro D&O ampara os custos para a defesa dos administradores. Nessa situação por exemplo, a apólice propicia ao administrador a possibilidade de contratar um bom advogado para que ele possa se defender das acusações. Apresentar os elementos que comprovam que ele fez tudo que era esperado do seu cargo. Ser acusado é diferente de ser culpado por algo, e todos têm direito a defesa.

No caso do diretor presidente (CEO) foi exatamente isso que ocorreu. Ele foi incluído na ação penal por homicídio culposo, e ele teve de recorrer até o Supremo Tribunal Federal para conseguir trancar a ação (cancelar a ação penal contra ele) e isso certamente implicou elevados honorários de advogados. E de acordo com os ministros do STF, de fato não há prova que a conduta dele deu causa a morte da menina, portanto ele não teve culpa, ou seja, não praticou homicídio culposo.

O seguro D&O nessa hipótese cumpriria exatamente a sua função, evitar que o administrador utilizasse seu patrimônio pessoal para arcar com a defesa de uma acusação decorrente da função dele de gestor. Ou seja, preservar o patrimônio pessoal, para que este não seja consumido por um ato de gestão.

E esse caso poderia acontecer com o gestor de qualquer empresa. Não precisa ser uma grande companhia, basta que ocorra um acidente fatal para que ele pode ser processado por homicídio. Foi o que aconteceu com os administradores do Osasco Plaza Shopping, da TAM e o que está ocorrendo com os administradores da Backer por exemplo. Em suma, não dá para pensar em um administrador exercer seu cargo com todos os riscos que isso implica, sem a proteção de um seguro D&O.

Para ter acesso a decisão do STF na íntegra, clique aqui:

Dentista é condenada por homicídio por morte de paciente

Uma idosa, que já era paciente da dentista há muitos anos,  foi realizar um novo tratamento dentário com a profissional.

Ela era diabética e hipertensa, condições que a dentista conhecia, afinal ela já havia realizado inúmeros tratamentos sem qualquer problema ou complicação.

Mas no último, ao aplicar a anestesia, a paciente sofreu uma parada respiratória na hora e morreu na cadeira da dentista.

A profissional foi processada e condenada por homicídio culposo, pois teria sido imperita causando a morte da idosa.

A dentista recorreu da decisão e foi absolvida pelos desembargadores do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Ela conseguiu provar que não houve erro, que adotou todo o protocolo esperado, e que não poderia ter feito nada diferente para evitar lamentável ocorrido.

Provou que é inocente, que não houve falha. Mas isso não a livrou de pagar bons advogados para se defender cível e criminalmente

Agora imagine o desespero de um profissional ao ser acusado de homicídio!

Por isso que é tão importante ter uma apólice de RC Profissional com as coberturas adequadas para contratar um bom advogado. Já basta a preocupação com a acusação. Os custos financeiros não podem ser mais um peso nesse momento para o dentista, ele precisa contar com uma boa apólice.

Um detalhe importante é que esse caso poderia ter ocorrido com qualquer dentista em qualquer procedimento, até em um simples canal. Veja que todos precisam ter uma apólice.

E para aprender a usar exemplos e mostrar a importância do seguro de RC Profissional assista hoje gratuitamente o  Desafio 100 apólices em 100 dias para dentistas.

100 apólices de RCP Advogados em 100 dias

Sim é possível emitir 100 apólices do seguro responsabilidade civil profissional advogados em 100 dias. Claro que isso não é uma tarefa fácil (se fosse você nem precisaria participar desse desafio para conseguir), há uma técnica para atingir esse resultado. E é sobre ela que conversarei contigo na primeira aula do desafio.

A primeira aula é dedicada especialmente a advogados.

O Brasil é um dos países que possui o maior número de advogados do mundo: são mais de 1 milhão de profissionais e você precisa vender apenas para 100 deles em 100 dias para começar 2021 com um bela carteira de RC profissional.

Vou te dar 3 exemplos reais de condenações de advogados “comuns” que não possuem grandes companhias como clientes, não têm grandes salários e em tese, não teriam um risco que justificaria a contratação de um seguro de RC Profissional advogados.

Escolhi justamente esses exemplos para que você possa convencer qualquer advogado que ele não pode fechar um contrato sequer sem a proteção de uma apólice. Vou te ensinar a técnica de venda pelo risco e como realizar prospecções para atingir esse número.

É hoje, 100% online e 100% gratuito!

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Tendências do mercado segurador para 2021

Esse ano foi atípico. Muitas mudanças que acontecerem jamais poderiam ser previstas. A pandemia provocou uma aceleração do acesso ao “mundo digital” para aqueles que ainda realizavam algumas tarefas somente pelo método convencional, tais como: compras, serviços e entretenimento.

Obviamente o mercado de seguros também foi impactado pela pandemia.

Alguns seguros foram mais impactos negativamente pelos efeitos da crise econômica e sofreram uma baita queda no resultado de prêmios emitidos.

O seguro auto passou a ser vendido digitalmente por outras plataformas. Até pelo Mercado Livre será possível contratar esse seguro, o que provoca uma concorrência de preço difícil para o corretor de seguros.

Os seguros de responsabilidade, na contramão dos seguros empresarias, cresceram bastante em 2020. Especial destaque para os seguros D&O, RC Profissional e Cyber que em plena retração econômica cresceram mais de 2 digítos. E continuarão a crescer em 2021.

Explico o porquê desse crescimento e o porquê da continudade nesse vídeo.

A tecnologia vai acabar com a profissão do corretor de seguros?

A tecnologia não acabará com o papel do corretor de seguros, no entanto a forma de atuação dos profissionais sofrerá mudanças em alguns ramos de seguros.

Os corretores que possuem foco nos chamados ramos massificados, especialmente no seguro automóvel, serão os mais impactados pelas mudanças provocadas pela tecnologia. Isso porque essa carteira representa a maior parte do faturamento da maioria deles e é justamente esse um dos produtos que vem sendo comercializado digitalmente.

Esse movimento começou com a Youse, logo em seguida surgiram as start-ups com contratações “intermitentes”, oferecendo coberturas reduzidas e prêmios menores. O que dificultou a concorrência com os corretores. Agora a SUSEP autorizou a comercialização totalmente digital e sem a intermediação de corretores no novo modelo apelidado de “Netflix do Seguro”.

De fato, é muito difícil concorrer nesse modelo de negócio. Por isso, os corretores precisarão se especializar em segmentos cuja complexidade inviabiliza a comercialização digital, como por exemplo, os seguros de responsabilidade profissional, administradores e cibernética.

Esses produtos são a base de reclamação e não permitem a comercialização na modalidade “liga e desliga”. O segurado não consegue contratar sozinho porque não entende o próprio risco, tampouco qual seguro o protege e quais coberturas e limites ele deveria contratar.

O papel do corretor continuará sendo importante, a tecnologia não acabará com a profissão. Entretanto, assim como advogados, engenheiros e médicos, eles precisarão se adaptar às mudanças impostas pelo desenvolvimento tecnológico para continuarem a ajudar na gestão dos riscos de seus clientes.

Diferença entre E&O e D&O

Quais são as diferenças entre o seguro D&O e o seguro E&O? Essa é uma das dúvidas mais comuns para aqueles que trabalham com os seguros de responsabilidade.

Primeiro é preciso entender o que é D&O. A sigla se refere ao termo em inglês “directors and officers”. Em português é chamado de RC Administradores e ampara os administradores, conselheiros bem como os demais gestores de uma empresa em virtude de reclamações por atos cometidos durante a gestão da empresa.

Essa apólice é contratada pela empresa, chamada de tomadora no seguro D&O, em benefício dos seus gestores. Isto é, a empresa não é segurada na apólice nas coberturas básicas do seguro.

Já o E&O cuja sigla se refere ao termo inglês “errors and omissions”. No Brasil o seguro é o RC Profissional, que tem por objetivo amparar o segurado pelos danos causados em virtude da falha profissional.

Ele pode ser contratado por empresas prestadoras de serviços (empresas de engenharia, hospitais, escritórios de advocacia, etc) para proteção da própria empresa, bem como por pessoas físicas – profissionais liberais – que atuam de forma independente e não querem colocar em risco seu patrimônio pessoal.

Portanto o objeto da apólice é diferente, o seguro D&O é para reclamações de atos de gestão e o seguro E&O é para reclamações de falhas profissionais. Parece simples, no entanto na prática pode ocorrer dúvidas de qual apólice ampararia determinada situação.

Nesse vídeo dou exemplos reais de situações que podem causar essa confusão e como solucionar essa questão.

Se você quiser entender mais sobre os seguros D&O e E&O: como vender, como contratar, ter modelos de apresentações, inúmeros exemplos de sinistros e estudos de casos, contrate agora pelo link: https://www.vendaseguro.com.br/

Curso de seguro RC Profissional para Advogado

Um dos profissionais liberais que mais contratam seguro de responsabilidade civil profissional são os advogados. Isso ocorre por alguns motivos.

Um deles é pelo acesso a informação das pessoas em geral. Hoje quando alguém perde uma ação e o advogado informa que o juiz não aceitou o pedido, ou o tribunal não “deu ganho de causa”, as pessoas nem sempre aceitam isso sem procurar a opinião de outro profissional. E mesmo que o advogado não tenha cometido nenhum erro, ele pode sofrer uma reclamação pelos “supostos prejuízos causados”.

Outra situação bem comum são as empresas para as quais eles prestam serviços jurídicos. Muitas delas estão começando a exigir esse tipo de apólice. Porque caso ocorra alguma falha que cause um dano a empresa, com a apólice ela tem a garantia que o advogado ou escritório de advocacia terá meios para indenizá-la.

Muitos procuram esse seguro porque sabem que uma condenação por falha profissional pode compromenter seu escritório, ou ainda, seu patrimônio pessoal. E que justamente por ser um profissional liberal ele deve se preocupar com seus bens e suas reservas, portanto uma apólice de RC Profissional é essencial para que exerça suas atividades com tranquilidade.

No Brasil existe mais de 1 milhão de advogados, e certamente nem 10% deles possui um seguro. Muitos gostariam de contar com essa proteção, mas não sabem onde procurar. O corretor deles conhece somente auto, vida, saúde e previdência, não sabem falar sobre RCP.

Se você é um desses corretores e quer aprender a vender seguro de responsabilidade civil profissional para advogado, esse curso vai te ensinar. Esse curso é totalmente online e dará todo suporte que você precica. Você terá acesso a aulas, modelo de apresentação, check list, modelo de pedido de cotação e emissão, guia passo a passo e inúmeros exemplos de sinistros reais.

Mesmo que você não saiba nada sobre o assunto, você será capaz de fazer uma boa visita já com a primeira aula que assistir “Como vender RC Profissional para advogado”.

É um curso prático, no qual eu resumo mais de 15 anos de experiência em aulas didáticas, com técnicas de sucesso para você vender e contratar do jeito certo.

Entrar nesse mercado e ter resultado só depende de você!

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Por que o Seguro Cyber é fundamental na contratação B2B

Quando se fala sobre o Seguro Cyber a primeira preocupação das empresas é com a multa prevista na Lei Geral de Proteção de Dados. E por isso muitos imaginam que o principal motivo para contratação desse seguro seria para proteção de sanções e penalidades.

No entanto esse é um dos menores riscos quando pensamos na responsabilidade cibernética. Isso porque, a multa (quando puder ser aplicada a partir de agosto de 2021) possui uma limitação de 2% do faturamento anual da empresa, portanto, na pior das hipóteses, o segurado será multado no máximo em 2% da sua receita anual. Ninguém quer nenhum prejuízo, mas é óbvio que uma empresa não vai falir por causa de uma multa desse percentual.

Para empresas que são contratadas por outras empresas, na relação B2B, a responsabilidade pode ser incalculável. Vamos usar um escritório de advocacia como exemplo desse risco. Ao ser contratado para realizar a defesa de um hospital em uma ação que tramita em segredo de justiça, ele recebe todos os dados necessários sobre o caso para que possa prestar seu trabalho. Se essas informações vazarem enquanto estiverem de “posse” do escritório de advocacia, ele terá de indenizar por todos os danos causados ao hospital e a terceiros (cujas informações se tornaram públicas).

Sobre os terceiros – titulares dos dados, o hospital também pode ser responsabilizado por esse vazamento, ainda que tenha ocorrido por falha na segurança cibernética do escritório. E essa responsabilidade tem um risco maior se o prestador de serviços não tiver condições econômicas de indenizar os titulares dos dados.

Ou seja, não basta que o hospital tenha uma fortaleza digital, ele ficará exposto se os seus prestadores não realizarem uma gestão de risco cibernética eficiente.

Portanto, é necessário que os prestadores de serviços também demonstrem preocupação com o risco e apresentem uma apólice de Seguro Cyber. Para o prestador será essencial demonstrar consciência sobre a LGPD, gestão de risco cibernético e contratar o Seguro Cyber para ganhar contratos. E em um futuro próximo será necessário para manter esses contratos. Isto é, o Seguro Cyber será em breve um instrumento essencial para que a empresa prestadora de serviços mantenha seus contratos e consequentemente mantenha seu faturamento.

Para aprender a vender o Seguro Cyber, entender sobre o risco, as coberturas e como fazer abordagem certa, acesse: https://www.vendaseguro.com.br/

Bar pode pagar mais de R$ 1 milhão por responsabilidade na morte de cliente

As empresas não costumam ter ciência sobre o alcance da responsabilidade. Por isso muitas delas não contratam uma apólice de responsabilidade civil.

Imaginam que uma simples cobertura de RC dentro da apólice de empresarial é suficiente para protegê-la em uma responsabilização por danos causados a terceiros. Quando explico que não é, e que não dá para pensar em uma cobertura de responsabilidade civil inferior a R$ 1 milhão, os corretores tentam me convencer que o restaurante é pequeno, com capacidade só para 10 clientes, portanto “não há risco”.

Esse evento que comento no vídeo, infelizmente é um caso real que comprova que qualquer estabelecimento precisa de uma apólice de responsabilidade civil a partir de R$ 1 milhão.

Em um caso desses o seguro será fundamental para a família da vítima e para o próprio segurado. Isso porque o seguro garante que haverá recursos financeiros para indenizar aqueles que foram prejudicados em virtude da responsabilidade do segurado. E para ele próprio, pois com ele não precisará vender o próprio restaurante para indenizar pelos danos causados. Manterá sua atividade econômica, provendo o próprio sustento e gerando emprego.

Para saber mais sobre o seguro de responsabilidade civil e aprender a vender do jeito certo com os limites adequados, acesse: https://www.vendaseguro.com.br/

Curso online de Seguro responsabilidade civil profissional para Médico

No Brasil há mais de 500 mil médicos. É um dos países com o maior número de profissionais. E todos eles precisam de um seguro de responsabilidade civil profissional. Isso porque o número de ações judiciais contra eles só cresce, pois as pessoas têm mais acesso a informação e quando se sentem inconformadas com o resultado do tratamento ou com a morte de uma familiar processam o médico.

Além do médico precisar da sua ajuda. Trabalhar com esse seguro é uma excelente oportunidade de negócio. A média das comissões é R$ 1.000,00, ou seja, a cada apólice que você vender, receberá R$ 1.000,00 por ano de comissão.

“E agora você deve estar se perguntando, como eu consigo vender? Esse seguro é complexo é difícil, não sei nada sobre essa área.”

Fique tranquilo, o curso online tem uma didática exclusiva: o método Venda Seguro. Com ele você será capaz de vender a partir do primeiro dia de estudo, porque o método é dividido em passos.

O primeiro passo te dará todos os argumentos e segurança necessários para fazer uma excelente abordagem sobre o seguro.

Não tem segredo. É só seguir o passo a passo, usar o modelo de apresentação, de proposta e assistir às aulas indicadas que VOCÊ VAI VENDER.

Falo isso com toda certeza porque esse é o resultado dos mais de 300 corretores membros do Venda Seguro.

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